Como Levantar Peso Para não ter Dor Nas Costas

Levantar Pesos

Todos sabem que é comum as pessoas terem crises de dores nas costas após levantar pesos, e que devemos evitar levantar pesos quando estamos com dores. Neste folheto, vamos explicar o que ocorre com nosso corpo quando levantamos objetos, e quais as formas corretas para levantar pesos.

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Como funciona o princípio da alavanca:

  • Sempre que levantamos pesos, nosso corpo funciona como se fosse uma alavanca: o tronco vai para frente do nosso centro de equilíbrio, e os músculos, inicialmente alongados, contraem-se para elevar o peso. Por isso, quanto mais próximo o objeto estiver do nosso corpo, menor a força necessária para erguê-lo. É fácil observar este fato: segure um objeto de um quilo próximo do seu ombro, e depois o segure como braço esticado para frente. Qual dos dois exige mais força?
  • Quando estamos levantando um objeto, também estamos levantando o peso do nosso corpo. Há outro motivo por que é mais difícil levantar um peso que está longe do nosso corpo: quando abaixamos o nosso tronco sem flexionar os joelhos, estaremos levantando não somente o objeto à nossa frente: estaremos levantando também todo o peso do nosso tronco! Assim para levantar uma simples caneta, nossas costas estarão tendo que levantar uns 40 quilos do peso do nosso tronco, mais 10 gramas da caneta!

• Que músculos devemos usar para levantar pesos:

  • Os músculos das extremidades inferiores (a região glútea, coxas, pernas e pés) são os maiores e mais fortes do corpo, e raramente se lesam ao levantar pesos. Os músculos da coluna, por sua vez, são menores, e tem como principal função estabilizar o tronco, e não levantar pesos. Ao levantar pesos, é necessário contrair estes dois grupos de músculos, mas por motivos diferentes: os músculos das costas contraem-se para proteger as costas, enquanto os músculos das pernas contraem-se para levantar o objeto.

• Como Levantar pesos corretamente:

  1. Mantenha os pés afastados, proporcionando uma boa base de apoio para o corpo.
  2. Mantenha os joelhos flexionados
  3. Mantenha as costas arqueadas para trás. Para isso, é necessário que os músculos das costas estejam sempre contraídos.
  4. Mantenha o objeto próximo do seu corpo.

• O que não fazer:

  1. Não rode o tronco enquanto estiver carregando pesos
  2. Não curve as costas para carregar um peso
  3. Não deixe os joelhos esticados, ou os pés juntos.
  4. Não erga objetos distantes do seu corpo.

• Tipos de levantamento de pesos:

1. Agachamento

  • Este é o tipo clássico, e requer uma boa força nas pernas. Para realizá-lo, flexione completamente os joelhos e mantenha o corpo ereto. Segure o objeto próximo do seu tórax, e eleve todo o corpo estendendo os joelhos.

2. Guindaste

Este é um ótimo método para objetos mais pesados ou distantes de seu corpo, como por exemplos objetos no interior de um porta-malas. O principal objetivo é proteger as costas. Assim, inicie o levantamento contraindo os músculos das costas e mantendo as costas arqueadas. Com os pés separados e os joelhos ligeiramente fletidos, flexione o tronco para frente e erga o peso, sem encurvar as costas.

3. Tripé

Este levantamento é adequado para pesos leves, mas requer um bom equilíbrio. Com ele, você utiliza a sua perna como contrapeso, como uma gangorra. Com os músculos das costas contraídos, abaixe o seu tronco, enquanto você levanta a perna de trás, até que sua mão alcance o objeto. Para elevar o tronco de volta, force a perna de trás para baixo.

• Lembre-se:
Sempre peça auxílio para levantar objetos pesados. Não tente levantar sozinho objetos mais pesados do que 25% do peso de seu corpo.

Caso esteja sentindo o corpo rígido ou dolorido após o esforço procure um Quiropraxista.

Devemos lembrar que levou tempo para o corpo atingir certo grau de degeneração, então é normal e compreensivo esperar um determinado tempo para sua recuperação.

Removendo-se a subluxação articular e devolvendo o bom funcionamento e uma congruência ideal para articulação, há um alívio dos sintomas e remissão da dor.

Procure um Quiropraxista e viva bem e com plenitude…

Para Agendar sua consulta ligue: 011-99466-2260

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Dr. Fabio Corsini Motta –

fabio.ipq@gmail.com

Quiropraxia Clínica – Escolha Quiropraxia e Viva bem.

Extraído de: Drª Josiele Girelli – Farroupilha – R.S

Contra DOR CERVICAL, QUIROPRAXIA e EXERCÍCIOS são MELHORES do que REMÉDIOS

Contra dor cervical, quiropraxia e exercícios são melhores do que medicamentos

Novas pesquisas mostram que consultar um quiropraxista ou praticar simples exercícios são ações mais eficazes para aliviar dores no pescoço do que depender de remédios contra a dor.

The New York Times, 3 de janeiro de 2012 Quiropraxia é melhor contra Dor Cervical / Pescoço do que Remédio segundo Pesquisa

O novo estudo é uma das poucas comparações que colocam lado a lado vários tipos de tratamento para dor cervical, um problema que afeta 75% dos norte-americanos em algum momento de suas vidas. Enquanto muitas pessoas procuram tratamento quiroprático, as evidências científicas sobre sua eficácia ainda são, na melhor das hipóteses, limitadas.

Mas o novo estudo, publicado nos “Anais de Medicina Interna” (The Annals of Internal Medicine), constatou que o tratamento quiroprático e simples exercícios feitos em casa foram mais eficazes na redução da dor do que o uso de medicamentos como aspirina, ibuprofeno ou narcóticos (tais como morfina, heroína e di-hidrocodeína).

“A diferença no resultado entre os tratamentos foi diminuindo ao longo do tempo de observação, mas continuaram existindo,” disse o Dr. Gert Bronfort, um dos autores do estudo e professor de pesquisa naNorthwestern Health Sciences University in Minesota. “Mesmo após um ano de observação, ainda haviam diferenças entre o grupo que utilizou medicamentos e o que fez quiropraxia.”

Dores cervicais moderadas e agudas são alguns dos mais frequentes motivos que levam uma pessoa a procurar atendimento médico, gerando milhões de consultas todos os anos. Para os pacientes pode ser difícil lidar com este problema. Em alguns casos a dor e a rigidez surgem sem explicação, e há muitas opções de tratamento. Fisioterapia, analgésicos e manipulação espinhal são as opções mais comuns, mas o Dr. Bronfort quis descobrir porque existe tão pouca pesquisa relacionada ao tema.

“Existia um vazio na literatura científica em termos de quais são os melhores tratamentos,” ele disse.

Dr. Gert BronfortPara realizar a pesquisa, o Dr. Bronfort e seus colegas recrutaram um grande grupo de adultos com dor cervical sem causa específica. Os sujeitos, ao todo 272, foram contatados através de um grande plano de saúde e anúncios. Então os pesquisadores dividiram os participantes em três grupos, e os acompanharam por 3 meses.

Um dos grupos foi designado para consultar o quiropraxista em consultas de aproximadamente 20 minutos ao longo da pesquisa, fazendo uma média de 15 consultas. O segundo grupo foi designado para utilizar remédios comuns contra a dor como Paracetamol e – em alguns casos, com indicação médica – medicamentos mais fortes como narcóticos e relaxantes musculares. O terceiro grupo se encontrou duas vezes com fisioterapeutas que os instruíram a realizar exercícios simples e leves para o pescoço, os quais podiam ser feitos em casa. Eles foram aconselhados a fazer de 5 a 10 repetições de cada exercício, pelo menos 8 vezes ao dia.

Após 12 semanas, as pessoas nos grupos que não usaram medicamentos estavam significantemente melhores que aquelas que utilizaram medicamentos. Cerca de 57% daqueles que consultaram quiropraxistas e 48% dos que fizeram exercícios relataram que sentiam 75% menos dor. Já no grupo que utilizou medicamentos a redução da dor foi de 33%.

alivio da dor

Um ano depois, quando os pesquisadores voltaram a checar os resultados, 53% dos sujeitos que receberam tratamento quiroprático continuaram relatando pelo menos 75% de redução da dor, resultado similar ao encontrado no grupo dos exercícios. Mas entre os que usaram medicamentos, houve apenas 38% de redução da dor.

Dr. Bronfort disse que foi uma “grande surpresa” ver que os exercícios caseiros foram tão eficientes quanto as seções de Quiropraxia. “Nós não esperávamos que os resultados seriam tão próximos”, ele disse. “Mas eu acho que estas são boas notícias para os pacientes.”

Além da limitada capacidade de redução da dor, os medicamentos tiveram pelo menos mais um ponto negativo: as pessoas continuavam a toma-los. “Um ano depois, as pessoas do grupo dos medicamentos continuaram usando uma grande quantidade de medicação mais frequentemente do que durante o período de acompanhamento da pesquisa,” disse o Dr. Bronfort. “Se você continuar tomando medicação por um longo período, então você está correndo mais riscos de desenvolver sintomas colaterais causados pelos medicamentos, tais como problemas gastrointestinais.”

Ele também demonstrou preocupação com o fato de que a dependência dos remédios faz com que a pessoa não seja ativa no tratamento e não tenha domínio sobre sua condição física, diferentemente dos outros grupos.“Nós achamos que é importante os pacientes serem habilitados a ter o máximo de controle sobre sua condição física,” ele disse. “Este estudo mostra que eles podem desempenhar um importante papel no seu próprio tratamento.”

Devemos lembrar que levou tempo para o corpo atingir certo grau de degeneração, então é normal e compreensivo esperar um determinado tempo para sua recuperação.

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Fonte: ‘The New York Times’; 3 de janeiro de 2012; – http://well.blogs.nytimes.com/2012/01/03/for-neck-pain-chiropractic-and-exercise-are-better-than-drugs/

Fonte: Quiroblog

COMO DEVEMOS SENTAR PARA EVITAR AS DORES.

Existem três princípios básicos que devemos ter em mente quando pensamos sobre sentar:

1. O homem não foi “projetado” para ficar parado muito tempo.
Não importa que tenhamos a postura mais correta do mundo, se permanecermos mais de 20-40 minutos nesta postura, vamos começar a sentir desconforto. Portanto, procure variar a sua postura periodicamente.2. A postura correta deve ser obtida com pouco esforço muscular.
Mesmo quando a postura aparenta estar boa, se tivermos que contrair os músculos para mantê-la, ela não é adequada. Se você tem uma postura tensa sem perceber, em breve os músculos vão estar doloridos, e problemas como dores de cabeça ou dores nos ombros vão começar a ocorrer.

3. Devemos manter a lordose lombar
Quando ficamos de pé, notamos que há uma concavidade na parte baixa da coluna (a região lombar). Esta concavidade, chamada lordose lombar, é normal e saudável, e diminui a carga de peso sobre as vértebras e a cintura. Quando sentamos, entretanto, a lordose lombar diminui ou mesmo se inverte. Esta postura pode parecer confortável no início, mas coloca uma grande tensão sobre as costas. Ao sentarmos, devemos nos preocupar em manter a lordose, mas com um bom apoio, para não aumentar a tensão dos músculos.

Como sentar-se para trabalhar com o computador:

 

• Os pés e as pernas
A altura da cadeira deve ser regulada para que a sola dos pés possa estar bem apoiada no chão. Os joelhos devem ficar em um nível um pouco mais baixo do que a bacia. Não há problema em mudar a posição das pernas com freqüência, cruzando os joelhos, esticando as pernas, etc. Colocar um pequeno tablado elevado para apoiar os pés não é uma boa solução, pois os pés devem ter liberdade de movimento.

• A cintura
O ideal é sentar bem atrás da cadeira, com as nádegas tocando no encosto, ou no vão do encosto. Esta posição permite o máximo apoio das costas no encosto da cadeira.

• O tronco
O tronco deve estar ereto, com as costas bem apoiadas no encosto. Certifique-se de que você está conseguindo manter uma ligeira lordose lombar. As omoplatas devem estar acima do nível do encosto da cadeira, liberando o movimento dos braços.

• Os braços e as mãos
Os braços devem estar em posição de repouso, com os cotovelos ao longo do corpo. Esta postura permite que os ombros e o pescoço fiquem relaxados. Nesta posição, os cotovelos ficam fletidos em 90 graus e as mãos repousam naturalmente sobre o teclado. O ideal é não apoiar os punhos sobre a superfície da mesa, deixando as mãos livres para digitar.

• O pescoço e a cabeça
O ponto médio do monitor deve ficar um pouco abaixo da altura dos olhos. Assim, com a cabeça ereta, você estará ajudando a relaxar o pescoço e os ombros.

Agora que você já sabe como montar a disposição de seu computador e como sentar-se com uma boa postura, não se esqueça: levante-se, boceje, e dê uma longa espreguiçada!

Devemos lembrar que levou tempo para o corpo atingir certo grau de degeneração, então é normal e compreensivo esperar um determinado tempo para sua recuperação.

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Procure um Quiropraxista e viva bem e com plenitude…

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Quiropraxia Clínica – Escolha Quiropraxia e Viva bem.

Fonte: Drª Josiele Girelli

SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO (STC)

SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO (STC)
Síndrome do túnel do carpo (STC) é uma condição relativamente comum, crônica e incapacitante. Esta síndrome é caracterizada por parestesias noturnas mão desconforto, dedo na distribuição do nervo mediano e atrofia da musculatura tenar.

Esta condição é mais freqüentemente causada pela compressão do nervo mediano no túnel do carpo. Este distúrbio ocorre mais freqüentemente entre as idades de 30 e 60 e é de 2 a 5 vezes mais comum em mulheres do que homens. Mão dominante é afetada frequentemente, no entanto, com 32 a 50% dos casos ocorrem bilateralmente.
Anatomicamente, o túnel do carpo é formado por todos os carpos do pulso, que se aprofunda pelos tubérculos do escafóide e trapézio no lado radial e pelo pisiforme e gancho do hamato no lado ulnar. Esta concavidade é convertida em um túnel pelo retináculo flexor resistente que se estende entre o tubérculo do escafóide e o estilóide ulnar. Os oito flexores dos dedos, o flexor longo do polegar e o nervo mediano todos compartilham o espaço no túnel.

Existem três principais teorias sobre a etiologia da STC:

1. O aprisionamento local do nervo mediano no túnel do carpo, podem ser classificados em três grupos:

uma. A diminuição do tamanho do túnel cárpico devido a alterações de tecidos ósseos ou mole, tais como desalinhamento dos ossos do carpo, fracturas, deslocamento, ou osteófitos hipertróficas ou fibrosos cicatrizes.

b. Um aumento no volume do conteúdo normal do túnel cárpico. Isto pode ser devido à hipertrofia do trabalho dos músculos e tendões no túnel do carpo, que não é incomum em dentistas, jogadores de tênis e golfe, digitadores, operários, e as pessoas confinadas a cadeiras de rodas. Proliferação sinovial devido à artrite, tenossinovite, edema devido à insuficiência cardíaca congestiva, e amilóide em pacientes em diálise são outras causas menos comuns para um aumento no conteúdo do túnel do carpo.

c. Ocupando espaço lesões como lipoma e cistos também fará encarceramento do nervo mediano no túnel do carpo.

2. Doenças sistêmicas também fará com que neurite afetar o nervo mediano, mais comumente pacientes com diabetes, sete por cento dos pacientes com STC têm diabetes.

3. A terceira causa de STC foi rotulado como idiopática, na verdade, 50% dos pacientes com STC têm uma etiologia desconhecida. STC também foi encontrado em associação com a menopausa e gravidez trimestre da gravidez.

O diagnóstico da STC, até recentemente, tem sido essencialmente empírica. Apresentam parâmetros de diagnóstico incluem história clínica, sinais clínicos e estudos de condução nervosa, que pode ser equivocada. Modalidades de imagem antes de ressonância magnética (MRI) têm sido na maioria das circunstâncias não contributivo, com exceção de lesões ósseas, como fraturas e osteófitos. Da mesma forma, a escolha do tratamento conservador ou cirúrgico é em grande parte empírica. A razão para o sucesso ou fracasso do tratamento conservador é mal compreendida, possível porque a causa exata para os sintomas geralmente não é estabelecida antes do tratamento.

O papel da ressonância magnética na avaliação da síndrome do túnel do carpo atualmente não é definitivo porque os parâmetros para o tratamento conservador e cirúrgico não foram estabelecidas. Infelizmente para os nossos pacientes, não há nenhum guia geralmente aceite para quando um paciente deve passar por cirurgia. Muitas vezes o paciente passa por cirurgia sempre que o ortopedista se sente o paciente não respondeu ao tratamento conservador. Se não há nenhuma causa demonstrável de pressão sobre o nervo mediano, em seguida, a conduta conservadora deve ser o tratamento preferido. Razões para o insucesso do tratamento cirúrgico ou recorrência de sintomas poderia ser devido a diagnóstico inadequado, degeneração Walleriana, devido ao tratamento tardio, incisão inadequada do retináculo flexor, a cicatriz pós-operatória ou neuroma, ou um crescimento de ocupação de espaço lesões dentro do túnel do carpo. O diagnóstico e tratamento de STC poderia ser feita substancialmente mais objectivo com a utilização de MRI.

O local, edema e constrição do nervo mediano pode ser facilmente avaliada com ressonância magnética. Edema e fluido em bainhas tendinosas também pode ser visto com MRI. Necrose isquémica do osso, neuroma incisional, e gordura no interior do túnel cárpico pode também ser demonstrada. RM pode ser utilizada para avaliar a etiologia dos sintomas do paciente que permitam uma escolha mais racional de opções de tratamento voltadas para a etiologia. Pós-tratamento exame de ressonância magnética poderia também servir como um meio útil para prever o sucesso ou fracasso de um determinado tratamento.

Para agendar sua consulta de quiropraxia e acupuntura ligue: 011-99466-2260 e viva sem dor no punho.

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